Andre Candido Almeida, Advogado

Andre Candido Almeida

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Sobre mim

Advogado
Tenho 44 anos, sou advogado, formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Trabalhei com o direito tributário e o direito administrativo. Atualmente, curso Ciências Econômicas na UFRJ.

Verificações

Andre Candido Almeida, Advogado
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OAB 149,333/RJ

Autor (Desde Jun 2017)

Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 20%
Direito Tributário, 20%
Direito do Trabalho, 20%
Direito Administrativo, 20%
Direito Civil, 20%

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Andre Candido Almeida, Advogado
Andre Candido Almeida
Comentário · há 8 meses
I=S , investimento é igual a poupança. Se não há poupança doméstica para fomentar o investimento e se o modelo de Keynes está esgotado em virtude do déficit público crescente (governo gasta mais do que arrecada), a única solução é atrair o capital estrangeiro através de generosas taxas de juros. Porém, diante de uma política econômica monetária contracionista (juros altos), o crédito fica mais caro para o investidor e para o consumidor, de modo que a retração da oferta e da demanda será potencializada e a retração econômica aprofundada com fechamento de firmas e o aumento do desemprego. Ao invés de aumentar a planta produtiva, o capitalista irá aplicar o seu dinheiro no mercado financeiro, tendo em vista que o custo de oportunidade de aplicar no mercado financeiro permite uma maior certeza da multiplicação do capital aplicado do que na expansão da planta produtiva. Soma-se isso tudo ao chamado custo Brasil (corrupção, burocracia e ineficiência), de modo a potencializar tal incerteza no mercado de bens e serviços. Razão disto é a retração da curva LM (liquidez da moeda) em virtude da alta de juros. Se o dinheiro está escasso (está no mercado financeiro) e o crédito caro, não há circulo virtuoso da economia.
Vamos supor que o país tenha parado de piorar. Após a queda no fundo do poço, teremos de emergir. Como? Juros a 14,25% reduziu a oferta de moeda e o consumo, de modo a conseguir trazer a inflação para o centro da meta até 2018. Entretanto, produziu quase 13 milhões de desempregados e reduziu o ganho médio (pífio) do trabalhador. Como reduzir os juros para fomentar o investimento (I=S) se o deficit público ainda é crescente e o tesouro selic é a principal aplicação financeira (o governo precisa de dinheiro para cobrir o seu deficit) que fomenta a oportunidade de ganhar dinheiro certo no mercado financeiro do que investir na produção e na geração de empregos? Somente a redução dos juros. Mas o povo não tem renda nem emprego para poupar. Como ficam os investimentos do governo, que fomentam o crescimento do PIB, se a matriz de Keynes está esgotada em razão do deficit? Reforma tributária, previdenciária e trabalhista? Quando, onde e como? E a sonegação, como fica? E a corrupção? E a ineficiência? O Congresso está parado aguardando o desfecho da operação Lava Jato! E o povo sangrando em razão da irresponsabilidade dos nossos representantes. Ainda tem quem acredite que mantendo os juros altos o capital estrangeiro (só se for o especulativo) irá fomentar a retomada do crescimento diante da repercussão desta crise política que expôs a principal estatal do país ao mundo em razão dos métodos pouco ortodoxos de administração.

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